quarta-feira, 11 de junho de 2014

Veja o que diversos países exigem para exercer a atividade de jornalista

Diversos países não cobram diploma de jornalista para o exercício da profissão. Entre eles estão Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Chile, China, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, Peru, Polônia, Reino Unido, Suécia e Suíça.
Michel Mathien, professor de ciências da informação e da comunicação da Universidade de Strasbourg III, na França, lista em seu livro “Les Journalistes”, de 1995, que em quase toda a Europa, apesar de não haver requisito de formação, existe regulamentação de acesso à profissão.
Nesses países prevalece a concepção de que a liberdade de expressão é incompatível com impedimentos para que qualquer cidadão possa não só ingressar na profissão, mas até mesmo ter seu próprio veículo de comunicação.
O jornalista Mauricio Tuffani, editor do blog Laudas Críticas, defende que os cursos superiores de jornalismo do Brasil sejam o “que eles são na maior parte do mundo”: um diferencial, não uma obrigação, na formação de profissionais.
O diretor de negociação salarial da Federação Nacional de Jornalistas, José Carlos Torves, lembra que em alguns países, como nos Estados Unidos, há uma “contradição” nas exigências feitas: ao mesmo tempo em que não se cobra o diploma do profissional, ele só pode exercer a profissão de jornalista se for sindicalizado.
Na América Latina, acrescentou, a maioria não cobra “absolutamente nada, nenhum diploma”, mas é a região onde há mais violência contra jornalistas, incluindo assassinatos. “Pelo fato de não terem conhecimento da profissão, do código de ética, às vezes os jornalistas desses países avançam o sinal. Há uma relação muito forte entre falta de informação e violência”, disse Torves.
Entre os países que cobram o diploma, estão África do Sul, Arábia Saudita, Congo, Costa do Marfim, Croácia, Equador, Honduras, Indonésia, Síria, Tunísia, Turquia e Ucrânia.
Conheça as exigências feitas para o exercício do Jornalismo em alguns países:
Alemanha: não há obrigatoriedade de formação superior; a profissão é regulamentada por meio do reconhecimento conjunto, por parte das empresas jornalísticas e das organizações profissionais, de um período de aprendizado prático de 18 a 24 meses.
Bélgica: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado ao reconhecimento, por parte da organização profissional, de ausência de impedimentos; existem vantagens salariais para os diplomados.
Dinamarca: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado à licença emitida pelo sindicato nacional dos jornalistas.
Espanha: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a ter nacionalidade espanhola, inscrição no registro de jornalistas e à posse de diploma em ciências da informação ou de experiência profissional de dois a cinco anos.
França: não há obrigatoriedade de formação superior.
Grã-Bretanha: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a um estágio em empresa jornalística ou, para os que não o conseguirem, a um curso preparatório do Conselho Nacional de Treinamento de Jornalistas.
Grécia: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é obtido por meio de diploma em jornalismo ou experiência de três anos na área.
Irlanda: não há obrigatoriedade de formação superior; não há nenhuma norma formal ou tradicional de acesso.
Itália: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado ao registro na ordem dos jornalistas, que é concedido somente após um estágio de 18 meses e aprovação em um exame de proficiência.
Luxemburgo: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a licença do conselho de imprensa, que exige o compromisso com princípios deontológicos.
Países-Baixos: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a licença do conselho de imprensa.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Fumar maconha apenas 1 vez por semana pode deformar cérebro


Fumar maconha ocasionalmente pode danificar estruturas centrais do cérebro, de acordo com um novo estudo divulgado pelo site Daily Mail. Segundo a pesquisa, usar a droga apenas uma ou duas vezes por semana pode afetar o tamanho e o formato de duas regiões cerebrais importantes, ligadas à emoção e à motivação.
Estudos anteriores, realizados com pessoas que fazem uso excessivo da maconha, mostraram que a droga pode de fato “reestruturar” o cérebro. No entanto, este é o primeiro experimento que mostra o efeito com usuários ocasionais. Especialistas da Harvard Medical School e da Northwestern University, de Chicago, analisaram a ressonância magnética de 20 usuários de maconha, com idades entre 18 e 25 anos. Eles compararam as imagens às de cérebros de pessoas que nunca fizeram uso da droga.
As maiores diferenças foram notadas em duas áreas: o núcleo accumbens e a amígdala, que são associados à motivação, às emoções e ao vício. No cérebro dos usuários, o núcleo accumbens apareceu muito maior, enquanto a amígdala se mostrou deformada. Segundo o professor Hans Breiter, o estudo teve o desafio de desmistificar o conceito de que o uso ocasional da droga não está associado a consequências ruins. “As pessoas acham que o uso recreativo não causa nenhum problema, mas nossos dados mostram que não é o caso”, reforça.

A co-autora do estudo, Anne Blood, de Harvard, diz que estas áreas cerebrais são de grande importância. “Elas formam uma base para que você avalie os aspectos positivos e negativos das coisas e tome decisão sobre elas”, pontua. Os resultados abrem novos caminhos para pesquisas que buscam examinar as ligações entre o uso de maconha e as doenças mentais.

terça-feira, 15 de abril de 2014

O fetiche de mulheres por farda é explicado por especialista

Nas últimas semanas as redes sociais foram invadidas com fotos de mulheres em viaturas ou com equipamentos dos PMs
As fardas e os acessórios de policiais são capazes de mexer com a imaginação e com os sentimentos de muitas mulheres ate mesmo de forma inconsciente. Muitas mulheres olham com atenção quando veem um policial ou um bombeiro passar. O que leva o uniforme a tornar um homem mais sexy e atraente aos olhos femininos?.
“O policial chama a atenção das mulheres que muitas vezes imagina ser um homem de pegada forte e dominador ”, diz a universitária Fernanda, 19. “O homem de farda aumenta a libido da mulher, desperta fantasias, uma questão de poder e proteção e acho que toda mulher gosta disso”, diz a gestora de marketing Cláudia, 35, que confessa que já namorou militares que realizava suas fantasias em locais incomuns.
Atualmente, ela diz que não namora nenhum deles. Talvez foram essas fantasias que levaram três mulheres a serem fotografadas utilizando braçais pertencentes às diversas Companhias Interativas Comunitárias (Cicom), que depois foram postadas nas redes sociais.
Cláudia diz que a atração dela por militares aconteceu quando ela ainda era muito jovem. Um dos seus namorados foi um soldado da aeronáutica. Ela recorda que exigia que quando ele fosse encontrá-la que estivesse sempre fardado, inclusive nos momentos de intimidade. Segundo ela, sem a farda perdia toda a graça. “Nós viajávamos na imaginação tendo relações na cabine de um avião com ele pilotando a aeronave entre outras coisas”, conta.
Pior fase
A gestora conta que o segundo namorado foi um marinheiro e foi a mesma loucura. Depois que ficou adulta a atração por homens de farda acabou. Para ela, esse tipo de atração acontece com maior frequência na adolescência.
“As imagens que foram publicadas de mulheres com acessórios da PM demonstra infantilidade. As mulheres maduras são mais cautelosas na sua intimidade. Eu jamais faria isso”, disse. Um tenente-coronel da Polícia Militar, que preferiu não revelar o nome, disse que os militares são muito assediados pelas mulheres que querem a qualquer custo realizar suas fantasias.
Sentir o poder
Há mulheres que pedem para vestir a farda, ser fotografadas no xadrez da viatura e simular uma relação sexual forçada sob a mira de uma arma.
Quando trata-se de uma policial militar, elas preferem a relação com o superior e geralmente criam situações em que aparecem dominando-o. “Elas os mandam tirar a farda para elas deitarem em cima ou para vestirem. Há algumas que chegam a algemá-los” disse.
Elas querem o poder e o prazer
A psicóloga Keyla Oliveira diz que as mulheres idealizam poder, proteção, prazer, dominação e submissão por traz da farda que são o que elas esperam receber dos homens. Há quem olhe e até deseja um militar em serviço porque a roupa que ele usa cria uma expectativa diferente sobre o desempenho sexual da pessoa que é o fetiche.
“O fetiche é um desvio de comportamento que pode interferir na questão da moralidade”, disse a psicóloga. O coordenador do curso de psicologia da Universidade Federal do Amazonas, Sérgio Sócrates Baçal diz que estamos vivendo em uma sociedade de espetáculos e que as pessoas fazem qualquer coisa para estar em evidência e aparecendo. Não importa como. “Esse comportamento é mais que perder a vergonha é estar em evidência pelo avesso. É uma forma tosca de aparecer”, diz.
Há mulheres que querem de qualquer jeito, além de aparecer, e demonstrar poder.
Assédio
Segundo os militares, elas assediam pedindo para pousar para fotos com armas e vestidas com as fardas. Segundo um tenente-coronel, que preferiu não se identificar, elas fazem isso durante as relações sexuais. Um soldado que também preservou a identidade confirma o que disse o oficial. Segundo ele, é comum mulheres jogarem bilhetes para dentro das viaturas com o número de seu telefone. Elas ainda fazem abordagens e até se declaram para os policiais. Segundo o soldado, há mulheres que além da atração pela farda elas ainda preferem aqueles que tem aliança no dedo. Ele ressaltou que são muito assediados.
Loucura- Cláudia apaixonada por farda 
“Eu era fascinada por militares na minha adolescência. Eu estudava em um colégio dentro de uma vila militar da Marinha do Brasil e convivia com os fuzileiros. Eles foram as minhas primeiras paixões. Cheguei a namorar dois deles. A minha paixão era pela farda, eu achava eles lindos, mas quando estavam à paisana eram feios. A diferença deles para os outros homens era que eles tinham mais pegada, músculos fortes e na hora do sexo eu me achava dominada por eles e isso me dava prazer. Depois eu namorei um policial militar que também era forte e a atração era a mesma que eu sentia pelos fuzileiros. Na realidade o uniforme me deixava excitada. Acho que era fetiche que é quando a gente só se realiza quando temos objeto do nosso desejo. No momento não estou namorando militares, mas esses policiais do Ronda no Bairro são gaiatos. Eles dão em cima da gente na cara de pau, passam e vão falando coisas, mas isso não me atraiu mais. Agora eu estou madura.


terça-feira, 8 de abril de 2014

JUSTIÇA:O Sport Recife é o único campeão do campeonato brasileiro de 1987

O Superior Tribunal de Justiça decidiu nesta terça-feira (8/4) que o time Sport, de Recife, foi o campeão do Campeonato Brasileiro de 1987. Em renovação de julgamento na Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça, o Sport obteve a maioria dos votos favoráveis à sua interpretação de uma sentença de 1994.

Com a decisão, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fica impedida de declarar também o Flamengo campeão daquele campeonato, como fizera em 2011. O resultado influencia também no chamado caso da Taça das Bolinhas, disputada pelo Flamengo e o São Paulo. 
Na sessão anterior, o ministro Sidnei Beneti divergiu da posição da relatora, ministra Nancy Andrighi, no que foi acompanhado pelo ministro João Otavio de Noronha. O julgamento foi concluído nesta terça-feira com os votos dos ministros Paulo de Tarso Sanseverino e Villas Bôas Cueva, também favoráveis ao Sport. 
A relatora acolhia a pretensão do Flamengo. Para ela, o pedido de cumprimento de sentença apresentado pelo Sport depois de a CBF reconhecer o time do Rio também como campeão daquele ano extrapolava o que foi decidido pela Justiça em 1994, que declarou o time campeão, sem definir que ele seria o único. Não haveria, assim, impedimento pela sentença ao reconhecimento de dois campeões naquele ano.
Para o ministro Beneti, porém, ao declarar o Sport campeão, a sentença, mesmo sem adotar explicitamente expressões como “campeão exclusivo”, afirmou ser o time pernambucano o único campeão de 1987. “Campeão é campeão”, asseverou.
Assim, a coisa julgada decorrente da sentença impediria que a CBF alterasse esse resultado, ainda que para reconhecer ambos os times como campeões. Esse entendimento também foi seguido pelo ministro João Otávio de Noronha.
Quórum
O regimento do STJ exige que as decisões em Recurso Especial ocorram por maioria absoluta dos membros das Turmas. Esses colegiados são formados por cinco ministros, exigindo-se, portanto, três votos concordantes para se firmar um julgamento.
Na sessão anterior, dois dos cinco ministros não participaram do início do julgamento. Se os outros três ministros tivessem concordado em um mesmo entendimento, o julgamento poderia ter sido concluído antes. Com a divergência, teve de ser renovado. 
Regulamento
A discussão na origem dizia respeito ao regulamento aplicável à competição. Um primeiro regulamento havia sido elaborado pelos clubes. Depois, outro foi feito pela CBF, mantido válido por força de liminar. Essa liminar foi depois cassada pelo Tribunal Federal de Recursos (TFR) — órgão extinto pela Constituição de 1988.
Com isso, outro regulamento precisou ser editado. Neste, diferentemente do anterior, retirou-se a previsão de uma etapa disputada entre campeões e vices de dois módulos, chamados amarelo e verde. 
Para a sentença de 1994, essa remoção, depois de conhecidos os times, não poderia prevalecer. Como o Flamengo se recusou a disputar essa fase final, o Sport foi declarado campeão brasileiro de 1987.
Campeonato dividido
Em 2011, a CBF reconheceu o Flamengo também como campeão de 1987, por meio de resolução. O Sport então buscou a Justiça, pedindo o cumprimento da sentença de 1994. Notificada, a CBF editou nova resolução, revogando a anterior e declarando o Sport único campeão daquele ano.
Informada da alteração, a Justiça local extinguiu o processo, declarando cumprida a obrigação imposta pela sentença de 1994. O Flamengo então recorreu, afirmando ter sido prejudicado pela decisão.
O Tribunal Regional Federal da 5ª Região negou o recurso do Flamengo, afirmando expressamente que a sentença havia declarado o Sport “o” campeão de 1987 e não “um” dos campeões. 
Inconformado, o time carioca buscou o STJ, onde se discutiu principalmente o que foi decidido em 1994, se há coisa julgada impedindo o reconhecimento do Flamengo como campeão de 1987 e o meio processual usado para obter a revogação da resolução da CBF. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.


ESTUDO EXPLICA PORQUE MULHERES PREFEREM OS CAFAJESTES



A resposta, segundo o estudo, está nos hormônios femininos e na bagunça que eles provocam na capacidade de julgamento das mulheres. Durante o período de ovulação, esses hormônios acabam influenciando a sua visão do que é um bom parceiro em potencial: elas passam a preferir os homens mais bonitos e sensuais e dar menos importância a fatores como a confiabilidade.
Para chegar a essa conclusão (que está publicada no Journal of Personality and Social Psychology), os pesquisadores mostraram a mulheres perfis de sites de namoro de homens do tipo mais sexy e cafajeste e do tipo mais confiável (o que provavelmente significava que eram bonzinhos, mas não providos de tanto sex appeal). Elas tiveram que avaliá-los durante períodos de fertilidade alta e baixa e dizer, em cada uma dessas ocasiões, como achavam que eles se sairiam como pais caso tivessem um filho juntos.
Resultado: quando as voluntárias estavam sob a influência dos hormônios da ovulação, elas achavam que o homem mais sexy contribuiria mais para tarefas domésticas como cuidar do bebê, comprar alimentos e cozinhar. Segundo Kristina Durante, uma das autoras, nesse período “as mulheres se iludem em pensar que os bad boys se tornarão parceiros dedicados e pais melhores. Ao olhar para eles através dos ‘óculos da ovulação’, o Sr. Errado vira o Sr. Certo”.
Em um segundo teste, as coisas ficam mais interessantes (para as voluntárias): elas tiveram que interagir pessoalmente com atores do sexo masculino que fizeram os papéis de cafajeste sexy e pai confiável. Isso também aconteceu duas vezes, uma durante seu período de ovulação e outro durante baixa fertilidade. E de novo as mulheres na primeira condição acharam que o bad boy (e não o PAI confiável) contribuiria mais para o acolhimento de uma criança.
Mas olha o truque desses hormônios para empurrar as mulheres para os braços do cafa: a ilusão do bom pai só vale para a hipótese de eles terem um filho com elas, não com outra mulher. Quando tinham de responder que tipo de pai um homem assim seria caso tivessem um filho com outra pessoa, elas eram rápidas em apontar os seus possíveis defeitos. No entanto, caso elas próprias fossem a mãe, a coisa mudava de figura e os bad boys viravam um ótimo pai para seus filhos.

segunda-feira, 31 de março de 2014

A BELEZA VERDADEIRA

Estamos vivendo um tempo em que a beleza física é a grande preocupação. Prolifera o número de academias de ginástica para a malhação, aumenta o número de clínicas de estética. 

As artistas são questionadas a respeito dos seus segredos para se manterem belas, jovens e de corpo perfeito. 

Observa-se que as adolescentes em especial buscam o mundo da moda, desejam se tornar modelos, não medindo esforços para isso. 

Em nome da beleza física, homens e mulheres se submetem aos tratamentos mais diversos, internam-se em clínicas especializadas, passam finais de semana em locais de repouso. 

E cada um tem a sua fórmula especial, o seu segredo de beleza: alimentação balanceada, beber muita água, comer frutas e vegetais, tomar sol em horas certas, cremes, massagens, terapias com ervas, banhos, etc. 

Uma das grandes atrizes do cinema americano, a belga Audrey Hepburn, que marcou sua presença nas telas vivendo a adolescente espirituosa e sofisticada, quando indagada a respeito, sintetizou em dez itens as suas dicas de beleza. 

Primeiro - se desejar lábios atraentes, fale palavras de ternura. 

Segundo se pretender ter olhos encantadores, procure ver sempre o lado positivo das pessoas. 

Terceiro para uma silhueta esguia, compartilhe a sua comida com aquele que tem fome. 

Quarto - para cabelos bonitos, deixe uma criança passar os dedos entre eles uma vez ao dia. 

Quinto - para a postura, caminhe com sabedoria, pois você nunca andará só. 

Sexto - nunca despreze ninguém. Muito mais do que as coisas, as pessoas devem ser restauradas, revividas, requisitadas, perdoadas. 

Sétimo - lembre que se um dia precisar de uma mão amiga, você a encontrará na extremidade de cada um dos seus braços. Na medida em que você for envelhecendo, descobrirá que tem duas mãos - uma para ajudar a você, a outra para ajudar os outros. 

Oitavo - a beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, na imagem que ela carrega ou no penteado de seus cabelos. 

A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, pois esta é a porta de entrada para o seu coração, o lugar onde o amor reside. 

Nono - a beleza de uma mulher não está num tipo de rosto, mas a verdadeira beleza numa mulher está refletida na sua alma, no carinho que ela cuidadosamente dá, na paixão que ela mostra. 

E, finalmente, o décimo e último item a beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos. 

*** 

A verdadeira beleza reside além da imagem física, que é sempre passageira. 

A verdadeira beleza é a do espírito que se irradia pelo semblante, iluminando os olhos, adoçando os gestos, modulando a voz. 

A verdadeira beleza resiste ao tempo, ao passar dos anos e se expressa na meiguice do olhar, na serenidade da face, no carinho dos gestos. 

A verdadeira beleza é imortal.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A maioria dos brasileiros não confiam na policia.

70% dos brasileiros não confiam na polícia, diz pesquisa
Índice cresceu e aproxima-se da credibilidade dos políticos


Sete em cada dez brasileiros não confiam no trabalho das polícias do país. O dado consta no Índice de Confiança na Justiça Brasileira (ICJBrasil), que foi realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e compõe a 7ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

E esta instituição destaca: a credibilidade das polícias está mais próxima da apresentada pelos partidos políticos (95,1% dos brasileiros afirmam que não confiam em legendas políticas) do que pela apresentada pelas Forças Armadas (34,6% não confiam). A constatação, segundo o documento, indica a necessidade de rever a atuação dos agentes de segurança pública.

O índice de desconfiança em relação às polícias – registrado no primeiro semestre deste ano – é 8,6 pontos porcentuais superior ao do primeiro semestre de 2012. Segundo a TV Globo, nos Estados Unidos o índice de desconfiança é de apenas 12%.

As polícias continuam em terceiro lugar entre as instituições em que o brasileiro menos confia, de acordo com o anuário. No primeiro semestre de 2013, a instituição da qual a população mais desconfiava eram os partidos políticos, seguida do Congresso Nacional (81,5% desconfiam).
Com índice melhor de confiança que as polícias na pesquisa estão a Igreja Católica (50,3% desconfiam) e as Forças Armadas (34,6% desconfiam).

Mortes

Outro dado do anuário: cinco pessoas morrem todo dia no país vítimas da ação policial. No ano passado, 1.890 pessoas perderam a vida em episódios envolvendo policiais em serviço. E considerando as taxas de mortes por homicídio da população e de policiais, o risco de um policial ser assassinado é três vezes maior que o de um cidadão comum.

“A polícia está matando muito e morrendo muito”, disse o coordenador do anuário, Renato Sérgio de Lima. Sobre os investimentos em segurança, ele afirma: “O Brasil gasta muito, mas investe mal”.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Segundo uma nova pesquisa, o Sport Recife continua com a maior torcida de Pernambuco


Dois anos após o seu último estudo na área, o instituto Plural Pesquisa voltou a realizar uma avaliação estatística sobre a preferência dos pernambucanos em relação aos times de futebol, esquentando mais uma vez o tema.

Como em 2011, a versão 2013 ouviu 1.200 pessoas em todo o estado, em uma amostragem até certo ponto modesta. Entre os entrevistados, uma seleção com variáveis de sexo, faixa etária, grau de instrução, renda familiar e mesorregião.
Nas duas pesquisas, Sport e Santa Cruz permaneceram nas duas primeiras colocações. Já o Náutico aparece em 4º lugar nos dois relatórios – ao contrário de pesquisas recentes de outros institutos. A diferença nas duas listas está no terceiro lugar, com o Flamengo em 2011 e Corinthians em 2013.
Como poderia ocorrer uma variação deste tamanho em tão pouco tempo, mesmo considerando a existência de uma margem de erro de 2,8%? A sequência de títulos do Timão, com Série A, Libertadores e Mundia, e e falta de taças do Fla pode ter influenciado numa torcida sem tanto comprometimento…
Paralelamente a isso, de acordo com o Plural Pesquisas, a massa acumulada de torcedores do trio da capital teria diminuído nas últimas duas temporadas. Cruzando os dados, o índice teria caído de 49% para 43%.
Esse percentual está bem abaixo da última pesquisa nacional, elaborada pela Pluri Consultoria, que apontou a soma de rubro-negros, alvirrubros e tricolores em 60,4%, deixando o estado em 5º entre as maiores torcidas locais.
Voltando à recém-divulgada pesquisa da Plural, vale uma ressalva (e reajuste) do blog. Ao contrário da maioria dos estudos, inclusive o levantamento anterior da própria empresa, a Plural optou desta vez por demonstrar os percentuais dos clubes dentro de um universo apenas com as pessoas que admitiram torcer por algum time de futebol (primeiro quadro).
Ao excluir desses dados as pesoas sem clube algum (mais de 28% desta vez), o percentual “absoluto” acabou contrastando bastante com a mesma pesquisa realizada há dois anos.
Então, a partir das 861 pessoas que responderam torcer por alguma equipe na pesquisa mais recente, o blog mensurou os índices incluindo a parcela do público à parte do futebol, calculando os percentuais com todas 1.200 pessoas.
Abaixo, os percentuais da Plural Pesquisa e as projeções de torcedores a partir da população estimada pelo IBGE em Pernambuco em 2011 e 2013.
2013
Período: 13 a 19 de agosto
Público-alvo: 1.200
Margem de erro: 2,8%
População estimada (IBGE/2013): 9.208.551
1º) Sport – 22,96% (2.114.283)
2º) Santa Cruz – 13,63 (1.255.125)
3º) Corinthians – 9,32% (858.236)
4º) Náutico – 6,45% (593.951)
4º) Flamengo – 6,45% (593.951)
6º) Seleção Brasileira – 4,30% (395.967)
6º) São Paulo – 4,30% (395.967)
8º) Palmeiras – 2,87% (264.285)
9º) Vasco – 0.71% (65.380)
9º) Salgueiro – 0.71% (65.380)
Outras respostas – 1,43% (131.682)
Sem clube – 28,25% (2.601.415)
2011
Período: 2 a 6 de abril
Público: 1.200
Margem de erro: 2,8%
População estimada (IBGE/2011): 8.864.803
1º) Sport – 26% (2.304.848)
2º) Santa Cruz – 16% (1.418.368)
3º) Flamengo – 8% (709.184)
4º) Náutico – 7% (620.536)
4º) Corinthians – 7% (620.536)
6º) Palmeiras – 4% (354.592)
6º) São Paulo – 4% (354.592)
8º) Vasco – 1% (88.648)
8º) Seleção Brasileira – 1% (88.648)
8º) Santos – 1% (88.648)
Outras respostas – 1% (88.648)
Sem clube – 26% (2.304.848)

Uma observação da Plural argumenta que a soma dos percentuais poderá não atingir ou ultrapassar 100%, em virtude do arredondamento ocorrido no processamento eletrônico do SPSS, a statical package for the social sciences.

domingo, 16 de junho de 2013

Eu sou favorável a liberação da posse de armas


Como evitar a morte sem usar uma arma
Quando o bandido chegar chame a polícia
O que você precisa para chamar a polícia?
1- Ter um telefone a mão no momento do assalto
2- Pedir para o bandido esperar você ligar para a polícia
3- O telefone da polícia deve estar desocupado e atender logo
4- O policial deve estar acordado e com vontade de trabalhar
5- A polícia deve ter viatura disponível e chegar em menos de 1 minuto
Se acaso:
1- Você não tiver um telefone à mão.
2- O bandido não lhe permitir chamar a polícia.
3- O telefone da polícia estiver ocupado.
4- O policial acordar de má vontade e disser que está sozinho.
5- Se a polícia disser que não tem viatura, ou demorar para chegar.
Chame um legislador do desarmamento, idiota, corrupto e chefe de quadrilha.
Chame um abobado, desses que apoiam o desarmamento.
Eles são inteligentíssimos e resolvem tudo.
Lembre-se:
Não reaja ao assalto.
Pode morrer tranqüilo que os filósofos do desarmamento devolverão a sua vida.