terça-feira, 14 de maio de 2019

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

segunda-feira, 13 de março de 2017

Mulheres que amam psicopatas assassinos e criminosos sexuais

Muitas pessoas nos escrevem e comentam sobre este assunto em geral. Mulher homem gosta de bandido, traficante e homem mau? Muita modernete e independente (feminazi??) que salta de cama em cama diz no Youtube (procurem): “Mulher moderna, não gosta de homem bonzinho…..viva os bad boys.” Outros afirmam que ser uma pessoa muito boazinha é padecer no inferno sem conseguir nada. E se aliarmos isso ao Brasil, aonde ser correto é sinônimo de “ser uma pessoa otária, certinha e chata”, ser criminoso talvez seja algo inserido na nossa cultura. Mas fora os achismos um livro muito interessante foi publicado sobre este assunto e em especial a relacionamentos. O jornalista Gilmar Rodrigues publicou em 2009 o livro “Loucas de Amor – mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais” onde tenta entender o porquê do maníaco do parque (estuprador e assassino da década de 90) ser desejado por tantas mulheres. Ele ficou impressionado com as cerca de MIL cartas de amor que o criminoso (estuprador e assassino) recebeu de mulheres um mês após ter sido preso, em 1998. Ou seja, um estuprador que estuprou e matou mulheres recebeu cartas de amor de outras mulheres que sabiam do acontecido. Enfim, dane-se a lógica da mente feminina de mulheres assim que nos ENVERGONHAM DE SERMOS MULHERES. Eis aqui algumas das cartas femininas que o Maníaco do Parque recebeu quando já estava preso. À medida que forem lendo as passagens listadas a seguir, lembrem-se que isto são cartas que algumas mulheres dirigiram a um homem que foi condenado por ter que estuprado, torturado e morto pelo menos 6 mulheres e atacado outras 9 durante o ano de 1998: " Eu não sei o que fazer para te distrair. Mas eu tenho uma ideia: primeiro quero dizer que te desejo todas as noites. É muito bom. Te acho gostoso, meu fogoso. Você está juntinho comigo, dentro do meu coração. Depois que chego em casa, queria você de corpo e alma, te amando. Te quero de qualquer jeito. Eu te amo do fundo do meu coração. Não perca a esperança, acredite em Deus, porque algum dia a gente vai se encontrar. Sei de seu comportamento doentio, por isso quero que fique calmo…" "Por enquanto, nossos beijos são assim. Mas quero te beijar de verdade. Acho que tens saudades. Eu te amo, te amo, te amo etc, te desejo, te quero de corpo e alma. E me perdoe por tudo que estou sofrendo. Sabe Francis, eu não me conformo, e choro. E eu preciso ser forte (…)" — (Rita, 27 anos) "Quero te dizer que estou morrendo de saudade, querendo você… Aih meu Deus como te desejo todas as noites. Eu durmo sozinha e querendo você aqui. Mas sei que é impossível. O certo é eu ir te ver. E como posso sentir. Que é meu?" "Francisco, não deixe a tristeza tomar conta de você e acabar com o brilho do seu olhar. Acredite em Deus, você não está e nunca ficará sozinho. Jesus te ama, sua mãe e seu pai também e, principalmente, eu..." — (Adriana, 22 anos) " Depois que tudo aconteceu, tentei dar um fim a minha vida, mais uma coisa super interessante teve que acontecer, eu pensei muito e tive esperanças, acredite o mundo dá voltas, quando a gente menos espera algo de bom sempre acontece." — (Márcia, 18 anos – suposta ex) Devemos meditar sobre este assunto que diz muito sobre a nossa sociedade. Quando um serial killer estuprador recebe mil cartas femininas em menos de um mês, seria de esperar que a esquerdalha que controla os centros de estudo mundiais notasse algum tipo de padrão na psicologia feminina. Existe alguma coisa doentia que merece ser investigada. Mas não. As feministas pesquisadoras permanecem caladas e ninguém fala nada. Isto atinge toda as classes sociais. Desde mulheres pobres a patricinhas cariocas que sobem a favela. E vai muito além como aconteceu no caso com o Maníaco do Parque. Marisa Mendes Levy, mulher, pós-graduada em História, de família judaica e classe média alta, o viu pela primeira vez na televisão, concedendo entrevista. Ela se interessou e mandou uma camiseta com alguns dizeres. “Depois que ela havia desistido, o viu novamente na TV vestindo a camiseta. Ela escrevia de dois em dois dias para ele, cartas enormes”, afirma Rodrigues. Ela acabou se casando com o criminoso. Há centenas de homens que são rejeitados sociais mas estão fora das prisões. Porque é que estas mulheres não “simpatizam” com esses? Homens se diferenciam de casos assim (que tal copia-los agora, feministas) e não enviam dezenas de cartas a mulheres presas por matarem outras pessoas ou outros crimes bárbaros como fazem as mulheres com homens estupradores e assassinos. Atenção que isto não é um fenômeno localizado: em TODO o mundo as mulheres sentem-se atraídas por vilões do calibre do maníaco do parque. Na Noruega: O terrorista norueguês Anders Behring Breivik está a receber cartas de amor na prisão, mesmo depois de ter assassinado mais de 70 pessoas, a maior parte adolescentes. Nos Estados Unidos, terroristas que explodiram bombas e mataram pessoas receberam elogios de mulheres por serem “charmosos”. O mesmo vale para o bandido que foi preso e causou nas redes sociais. Em certos lugares, incluindo o Brasil, turistas sexuais viajam somente para praticar turismo sexual e abusar de mulheres, mas mesmo assim as mulheres saem com eles para contar vantagem para as amigas e ostentar. No Brasil, assistam e vejam documentários sobre traficantes do Comando Vermelho e outros. Selvagens da pior espécie possuem varias mulheres. Muitos meninos ainda crianças, ao verem que tais bandidos atraem mulheres, poder e dinheiro, ingressam na vida do crime por terem mais status e conseguirem mulheres, poder e dinheiro. Ou seja, ainda menores tentam impressionar as mulheres por fazer o que elas querem. MC Catra e toda uma onda de funkeiros falam absurdos sobre mulheres e elas OS AMAM. Existem muitos outros casos assim infelizmente que formam um padrão comportamental. Psicólogos teorizam que as mulheres querem salvá-lo/curá-lo de uma forma ou outra. Teoria estranha. Se o motivo do desejo feminino por idiotas e imbecis é motivado pela vontade em “salvar” ou “curar”, então elas deveriam estar a tentar “salvar” e “curar” as vítimas do assassino. O que pensamos? A motivação primária é precisamente a atração que as mulheres têm por vilões é status e masculinidade. Explicamos: toda mulher gosta de status que pode ser acompanhado de dinheiro ou não. Gostar de status não é problema. O problema é quando a cegueira por status faz a pessoa passar pro cima de valores morais de certo e errado. Homens que violam as regras sem arrependimento possuem uma masculinidade (a pouca do que restou) que hoje faz falta perante a sociedade pois as feministas deixaram os homens completamente afeminados. Na Suécia e Noruega, muçulmanos que estupram e odeiam o Ocidente são muitas vezes o sonho de consumo da mulher nórdica (fortemente afetada pelo feminismo) pois esta ao efeminar os homens nativos tem no muçulmano a única sombra da masculinidade quer resta. Ou seja, as mulheres afetadas pelo feminismo, com muito relativismo moral e malabarismos, conseguiram destruir relacionamentos, valores e hoje reclamam de estupradores mas mesmo assim amam o estuprador. Tais mulheres gostam dos vilões precisamente porque são vilões . Isto é assustador se pensarmos o tipo de reação que isto pode causar nos homens civilizados, nas mulheres civilizadas e o que isso vai gerar. E fora a vergonha que este tipo de mulher nos faz passar. Se as feministas não desmascaram este tipo de mulher, o nosso grupo o fará. Feminismo, engenharia social e psicologia afetando o comportamento feminino para a pior. Que isso sirva de alerta para todas outras mulheres que buscam auto-conhecimento e evolução. Lugar de criminoso homem ou mulher é na cadeia e sem este status doentio todo. Quem apoia bandido, bandido é. E deve parar de hipocrisia ao ficar falando de ser contra a violência e abuso pois defende quem faz isso.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Campanha de desarmamento não diminui número de mortes no Brasil


O resultado dos estudos do “Mapa da Violência 2013” apontou que as campanhas de desarmamento desenvolvidas pelo governo Federal do Brasil não foram suficientes para diminuir o número de homicídios por armas de fogo no território nacional. No período entre 1980 e 2010, as mortes causadas por essas armas cresceram 346,5%. A pesquisa foi realizada pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos e pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais.

No Espírito Santo, do ano 2000 o número de pessoas mortas por arma de fogo foi de 1.030, e em 2010, foi de 1.385.
De acordo com dados, nesses 30 anos, cerca de 800 mil cidadãos perderam a vida por causa de disparos que saíram dos mais diversos tipos de armas de fogo. No ano de 1980 o número de vítimas de armas de fogo chegou a 8.710, em 2010 o número subiu para 38.892. Entre os anos de 1980 e 2010 a população brasileira cresceu 60,3%.

O mapa da violência ainda apontou que, em 1980, o número de óbitos entre os jovens de 15 a 29 anos foi de 4.415, e em 2010, ele subiu para 22.694, o que representa um aumento de 414%. Os suicídios com armas de fogo cresceram 46,8% nos últimos 30 anos, e as mortes por acidentes com armas caíram 8,8% nas últimas três décadas.

De acordo com o presidente do Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa, os número do Mapa da Violência não surpreendem. “Não existe no mundo um só exemplo de campanha semelhante que tenha surtido efeito positivo. Tais campanhas e o próprio Estatuto do Desarmamento só atingem quem não comete homicídios. Ou seja, não atinge os criminosos. Basta ver que nos últimos dez anos o comércio legal de armas de fogo no país caiu 90%, enquanto os homicídios dispararam”, ressaltou.

Na opinião de Barbosa, desarmar a sociedade não significa, necessariamente, baixar os índices de violência. “Países que possuem muitas armas em poder da população e leis muito mais liberais neste sentido não possuem maiores índices de violência. Neste sentido podemos usar exemplos como a Suíça, EUA, Uruguai e Argentina. Se armas significassem crimes, a Suíça, Finlândia e Canadá, por exemplo, seriam palcos de carnificinas e não o são”, enfatiza.

Outro ponto que o presidente coloca é a relação equivocada de que a violência é fruto da pobreza. “Desenvolvimento social não significa necessariamente a queda da criminalidade, ou seja, cai por terra o batido paradigma que pobreza e desigualdade social são fatores primordiais para altas taxas de crimes. Novamente uso o exemplo do nordeste, que foi nos últimos dez anos a região que mais se desenvolveu socialmente. Se pobreza e desigualdade fossem fatores de crimes, países como a Índia seriam muito mais violentos que o Brasil”, finaliza.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Menino de 3 anos recorda vida passada, identifica assassino e localiza corpo enterrado

O universo é cheio de mistérios que desafiam o nosso conhecimento atual. Em “Além da Ciência”, o Epoch Times coleta histórias sobre alguns estranhos fenômenos para estimular a imaginação e abrir a mente para novas possibilidades. Elas são reais? Você decide.
Um menino de 3 anos de idade, da região das Colinas de Golã, perto da fronteira entre a Síria e Israel, afirma que foi assassinado com um machado em sua vida passada. Ele mostrou para os adultos de sua aldeia o local onde o assassino enterrou seu corpo, e incrivelmente, eles encontraram o esqueleto de um homem lá. Ele também indicou aos adultos onde a arma do crime estava, e através de escavações, eles encontraram um machado no local.

Em seu livro, “Children Who Have Lived Before: Reincarnation Today” (Crianças que Viveram Antes: A Reencarnação Hoje), o terapeuta alemão Trutz Hardo conta a história deste menino, junto com outras histórias de crianças que aparentemente recordaram suas vidas passadas com precisão verificada. A história do menino foi testemunhada pelo Dr. Eli Lasch, que é conhecido por desenvolver um sistema médico de Gaza como parte de uma operação do governo israelense na década de 1960. O Dr. Lasch, que morreu em 2009, relatou a surpreendente história para o Sr. Hardo.
O menino pertence à etnia drusa, e em sua cultura, a existência da reencarnação é aceita como fato. Sua história, no entanto, teve o poder de surpreender sua comunidade.
Ele nasceu com uma longa e vermelha marca na cabeça. Os drusos acreditam, assim como algumas outras culturas, que marcas de nascença estão relacionadas com a morte em vidas passadas. Quando o menino tinha idade suficiente para falar, ele relatou à sua família que havia sido assassinado com um golpe de machado na cabeça.
É um costume os adultos levarem as crianças, com 3 anos, para a casa de sua vida anterior, caso a criança recorde o local. O menino sabia em qual aldeia ele havia morado, deste modo eles foram até lá. Ao chegarem à aldeia, o garoto lembrou qual era seu nome em sua vida passada.
Os moradores do vilarejo disseram que o homem que o menino afirmava ser a sua reencarnação tinha sido dado como desaparecido quatro anos antes. Os amigos e família pensavam que ele poderia ter se perdido no território hostil das proximidades, como era costumeiro acontecer.
O menino também lembrou o nome completo do seu assassino. Quando confrontado com as alegações, o rosto do suposto assassino ficou branco, segundo Lasch, no entanto, ele não confessou o assassinato. O menino então disse que poderia levar os adultos ao local onde o corpo foi enterrado. No local, eles encontraram o esqueleto de um homem que possuía um ferimento na cabeça, que correspondia à marca de nascença do garoto. Eles também encontraram o machado, a arma do crime.
Diante desta evidência, o assassino admitiu o crime. Dr. Lasch, o único não pertencente à etnia druso, esteve presente ao longo de todo o processo.
Para conhecer mais histórias como esta, leia o trabalho do Sr. Hardo, “Children Who Have Lived Before” (As Crianças que Viveram Antes).


quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Não gosto de você papai Noel !

Eu não gosto de você Papai Noel! Também não gosto desse seu papel de vender ilusão pra burguesia. Se os meninos pobres da cidade soubessem o desprezo que você tem pelos humildes; pela humildade, eu acho que eles jogavam pedra em sua fantasia. Talvez você não se lembra mais, eu cresci me tornei rapaz, sem nunca esquecer daquilo que passou… Eu lhe escrevi um bilhete pedindo o meu presente… a noite inteira eu esperei contente… Chegou o sol, mas você não chegou. Dias depois meu pobre pai cansado me trouxe um trenzinho velho, enferrujado, pôs na minha mão e falou: Tome filho, é pra você. Foi Papai Noel que mandou! E vi quando ele disfarçou umas lágrimas com a mão. Eu inocente e alegre nesse caso, pensei que meu bilhete, embora com atraso, tinha chegado em suas mãos no fim do mês. Limpei ele bem limpado, dei corda, o trenzinho partiu, deu muitas voltas… O meu pai então se riu e me abraçou pela ultima vez. O resto eu só pude compreender depois que cresci e vias coisas com a realidade. Um dia meu pai chegou assim pra mim como quem tá com medo e falou: -Filho, me dá aqui seu brinquedo, eu vou troca outro na cidade. Então eu entreguei o meu trenzinho quase a soluçar, como quem não quer abandonar um mimo, um mimo que lhe deu quem lhe quer bem . Eu supliquei… Pai! Eu não quero outro brinquedo, eu quero meu tenzinho… Não vai leva meu trem pai…! Meu pai calou-se e de seu rosto desceu uma lágrima que até hoje creio tão pura e santa assim só Deus chorou, ele saiu correndo, bateu a porta assim, como um doido varrido. A minha mãe gritou: -José! José! José… Ele nem deu ouvido, foi-se embora e nunca mais voltou… Você! Papai Noel, me transformou num homem que a infância arruinou…Sem pai e sem brinquedo, Afinal, dos meus presentes não há um que sobre da riqueza de um menino pobre, que sonha o ano inteiro com a noite de Natal! Meu pobre pai, mal vestido, pra não me ver naquele dia desiludido, pagou bem caro a minha ilusão… Num gesto nobre, humano e decisivo, ele foi longe demais pra me trazer aquele lenitivo; tinha roubado aquele trenzinho do filho do patrão! Quando ele sumiu, eu pensei que ele tinha viajado, só depois de eu grande minha mãe em prantos me contou… que ele foi preso, coitado! E transformado em réu. Ninguém pra absolver meu pai se atrevia. Ele foi definhando na cadeia até que um dia, Nosso Senhor… Deus nosso Pai…Jesus entrou em sua cela e libertou ele pro céu. * Aldemar Paiva nasceu em Maceió-AL, no dia 10/07/1925. Trata-se de um homem com excepcional talento, capaz de realizar com maestria tudo aquilo que resolve fazer, motivo porque adquiriu o respeito da crítica e a admiração do público em relação a todas as facetas exploradas por sua veia artística. Aldemar conseguiu ser poeta, cordelista, radialista, jornalista, compositor produtor artístico e publicitário de primeira grandeza, consagrando-se como um artista multimídia, antes mesmo que o termo fosse inventado.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Campanha " De olho na vaidade"


Atendente as determinações contidas nos artigos 5º., inciso XXXII, artigo 170, inciso V da Constituição Federal, bem como o artigo 48 de suas Disposições Transitórias, o Código de Defesa do Consumidor veio, através da Lei nº. 8.078/1990, estabelecer normas de proteção e defesa do consumidor. Dentre as normas de proteção e defesa do consumidor, destaca-se o que dispõe o artigo 31 da norma consumerista, segundo o qual: “Art. 31 – A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores.” (grifos nossos). Assegura também no seu artigo 6º., inciso I, direitos básicos ao cidadão brasileiro, com o objetivo precípuo de “proteção a vida, saúde e segurança contra riscos por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos.” Significa dizer que na hipótese do consumidor ser vítima de qualquer vício de qualidade de um determinado produto, este tem direito à reparação pelos danos sofridos.  Esta é a garantia prevista e assegurada no inciso VI do artigo 6º., do Código de Defesa do Consumidor vigente.  A campanha “De Olho na Validade” vai além, eis que permite o fornecimento gratuito do produto encontrado com prazo de validade vencido, sem que haja prova de aquisição do produto ou de qualquer dano efetivamente provocado ao consumidor, quer de ordem material ou moral e que obrigue o fornecedor à sua reparação.  Difere, portanto, do texto da lei, eis que amplia direito ao cidadão, porque age de forma preventiva. O Termo de Cooperação Técnica firmado entre o PROCON e as Associações Catarinense de Supermercados e Pernambucana de Supermercados, é favorável ao consumidor, exatamente porque amplia este direito, assegurando ao consumidor não só adquirir de forma gratuita um produto que nem mesmo foi objeto de compra no supermercado, mas tão somente decorrente de uma inspeção natural realizada pelo cidadão.  Os convênios firmados, como Termos de Cooperação Técnica, insere-se no contexto dos Direitos e Garantias Fundamentais, elencados na Constituição Federal de 1988, proporcionando oportunidade de uma cooperação entre a entidade representativa de classe e o PROCON, órgão encarregado, por disposição expressa do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, de realizar um conjunto de adequações necessárias do setor produtivo com o fim último de atender e preservar os interesses dos consumidores, de modo a lhes favorecer no tocante ao exercício das faculdades da Lei nº. 8.078/90.  O Legislador Constituinte de 1988 vinculou a dignidade da pessoa humana entre uma gama de direitos difusos e coletivos – nos quais se insere a defesa do consumidor.  A Lei nº. 8.078/90 assegura ao consumidor, além da reparação pelos danos causados, a imediata substituição ou devolução dos valores havidos em razão da aquisição de bens e produtos comercializados, em razão de sua impropriedade para o consumo. O PROCON é a entidade legalmente responsável pela coordenação, fiscalização e acompanhamento das demandas originadas pelas condutas tipificadas na Lei nº. 8.078/90.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

NARCISOS CONTEMPORÂNEOS

Na mitologia grega, Narciso era um jovem bonito e vaidoso.

Um dia, Narciso curvou-se para beber água em uma fonte, e vendo sua própria face refletida na água, enamorou-se dela.

A lenda nos conta que ele foi definhando, dia após dia, sem se alimentar, sem descansar, encantado pelo reflexo de sua própria imagem na superfície da água, até morrer.

Foi Sigmund Freud que acrescentou o termo "narcisismo" ao vocabulário da psicologia para designar amor à própria imagem.

O termo contemplava também a etapa do desenvolvimento na qual a criança faz do próprio eu o objeto principal de seu amor.

Segundo o manual americano de diagnóstico de distúrbios mentais, narcisistas são indivíduos arrogantes e convencidos, que têm fantasias magníficas sobre si mesmos.

Eles superestimam seu sucesso, precisam ser constantemente admirados e sempre esperam tratamento preferencial.

Os narcisistas estão convencidos de que merecem mais do que recebem. Preocupam-se em ter boa aparência e manter-se jovens.

Não são sensíveis às necessidades e aos problemas dos outros.

Com pouca tolerância para crítica, freqüentemente reagem com fúria a ofensas reais ou imaginárias.

Em suma, os narcisistas focalizam a si mesmos, fascinados com sua personalidade e seu corpo.

"Com um individualismo atroz que carece de valores morais e sociais e se desinteressa por qualquer questão transcendental".

Percebe-se que o distúrbio em questão é bastante sério, e comum de se encontrar nos dias de hoje.

Vivemos dias em que cultuamos o narcisismo, seja na esfera individual, coletiva e das grandes mídias.

Muitos valores do mundo contemporâneo não passam de conseqüências de um narcisismo disfarçado de "bem-estar", de "saúde", de "prazer".

Desta forma faz-se urgente uma revisão em todos os valores que temos, em todas as coisas a que damos importância e em que aplicamos nossas energias.

Nas adolescentes anoréxicas; no exibicionismo de corpos esculturais na televisão; nas cirurgias plásticas excessivas; nos expectadores que compram quaisquer novas idéias impostas pelas mídias, percebemos o narcisismo reinante.

Talvez seja necessário relembrar as conseqüências do comportamento de Narciso.

Iludidos pela imagem do corpo, pela superficialidade dos valores do Mundo, não só o corpo, mas sobretudo a alma acaba definhando, perdendo-se num mar de ilusões passageiras.

* * *

Ainda há tempo de perceber que a imagem do espelho não representa quem somos. Não é nossa essência, e sim apenas uma vestimenta temporária.

O verdadeiro eu é a alma imortal, a alma que aprende, que luta, que se desenvolve.

A verdadeira beleza está no Espírito que se liberta das amarras do materialismo preponderante.

O ser realmente belo será aquele que se entregue, não à imagem refletida numa superfície refletora, mas se doe profundamente, por amor, aos outros.


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Veja o que diversos países exigem para exercer a atividade de jornalista

Diversos países não cobram diploma de jornalista para o exercício da profissão. Entre eles estão Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Chile, China, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, Peru, Polônia, Reino Unido, Suécia e Suíça.
Michel Mathien, professor de ciências da informação e da comunicação da Universidade de Strasbourg III, na França, lista em seu livro “Les Journalistes”, de 1995, que em quase toda a Europa, apesar de não haver requisito de formação, existe regulamentação de acesso à profissão.
Nesses países prevalece a concepção de que a liberdade de expressão é incompatível com impedimentos para que qualquer cidadão possa não só ingressar na profissão, mas até mesmo ter seu próprio veículo de comunicação.
O jornalista Mauricio Tuffani, editor do blog Laudas Críticas, defende que os cursos superiores de jornalismo do Brasil sejam o “que eles são na maior parte do mundo”: um diferencial, não uma obrigação, na formação de profissionais.
O diretor de negociação salarial da Federação Nacional de Jornalistas, José Carlos Torves, lembra que em alguns países, como nos Estados Unidos, há uma “contradição” nas exigências feitas: ao mesmo tempo em que não se cobra o diploma do profissional, ele só pode exercer a profissão de jornalista se for sindicalizado.
Na América Latina, acrescentou, a maioria não cobra “absolutamente nada, nenhum diploma”, mas é a região onde há mais violência contra jornalistas, incluindo assassinatos. “Pelo fato de não terem conhecimento da profissão, do código de ética, às vezes os jornalistas desses países avançam o sinal. Há uma relação muito forte entre falta de informação e violência”, disse Torves.
Entre os países que cobram o diploma, estão África do Sul, Arábia Saudita, Congo, Costa do Marfim, Croácia, Equador, Honduras, Indonésia, Síria, Tunísia, Turquia e Ucrânia.
Conheça as exigências feitas para o exercício do Jornalismo em alguns países:
Alemanha: não há obrigatoriedade de formação superior; a profissão é regulamentada por meio do reconhecimento conjunto, por parte das empresas jornalísticas e das organizações profissionais, de um período de aprendizado prático de 18 a 24 meses.
Bélgica: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado ao reconhecimento, por parte da organização profissional, de ausência de impedimentos; existem vantagens salariais para os diplomados.
Dinamarca: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado à licença emitida pelo sindicato nacional dos jornalistas.
Espanha: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a ter nacionalidade espanhola, inscrição no registro de jornalistas e à posse de diploma em ciências da informação ou de experiência profissional de dois a cinco anos.
França: não há obrigatoriedade de formação superior.
Grã-Bretanha: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a um estágio em empresa jornalística ou, para os que não o conseguirem, a um curso preparatório do Conselho Nacional de Treinamento de Jornalistas.
Grécia: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é obtido por meio de diploma em jornalismo ou experiência de três anos na área.
Irlanda: não há obrigatoriedade de formação superior; não há nenhuma norma formal ou tradicional de acesso.
Itália: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado ao registro na ordem dos jornalistas, que é concedido somente após um estágio de 18 meses e aprovação em um exame de proficiência.
Luxemburgo: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a licença do conselho de imprensa, que exige o compromisso com princípios deontológicos.
Países-Baixos: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a licença do conselho de imprensa.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Fumar maconha apenas 1 vez por semana pode deformar cérebro


Fumar maconha ocasionalmente pode danificar estruturas centrais do cérebro, de acordo com um novo estudo divulgado pelo site Daily Mail. Segundo a pesquisa, usar a droga apenas uma ou duas vezes por semana pode afetar o tamanho e o formato de duas regiões cerebrais importantes, ligadas à emoção e à motivação.
Estudos anteriores, realizados com pessoas que fazem uso excessivo da maconha, mostraram que a droga pode de fato “reestruturar” o cérebro. No entanto, este é o primeiro experimento que mostra o efeito com usuários ocasionais. Especialistas da Harvard Medical School e da Northwestern University, de Chicago, analisaram a ressonância magnética de 20 usuários de maconha, com idades entre 18 e 25 anos. Eles compararam as imagens às de cérebros de pessoas que nunca fizeram uso da droga.
As maiores diferenças foram notadas em duas áreas: o núcleo accumbens e a amígdala, que são associados à motivação, às emoções e ao vício. No cérebro dos usuários, o núcleo accumbens apareceu muito maior, enquanto a amígdala se mostrou deformada. Segundo o professor Hans Breiter, o estudo teve o desafio de desmistificar o conceito de que o uso ocasional da droga não está associado a consequências ruins. “As pessoas acham que o uso recreativo não causa nenhum problema, mas nossos dados mostram que não é o caso”, reforça.

A co-autora do estudo, Anne Blood, de Harvard, diz que estas áreas cerebrais são de grande importância. “Elas formam uma base para que você avalie os aspectos positivos e negativos das coisas e tome decisão sobre elas”, pontua. Os resultados abrem novos caminhos para pesquisas que buscam examinar as ligações entre o uso de maconha e as doenças mentais.

terça-feira, 15 de abril de 2014

O fetiche de mulheres por farda é explicado por especialista

Nas últimas semanas as redes sociais foram invadidas com fotos de mulheres em viaturas ou com equipamentos dos PMs
As fardas e os acessórios de policiais são capazes de mexer com a imaginação e com os sentimentos de muitas mulheres ate mesmo de forma inconsciente. Muitas mulheres olham com atenção quando veem um policial ou um bombeiro passar. O que leva o uniforme a tornar um homem mais sexy e atraente aos olhos femininos?.
“O policial chama a atenção das mulheres que muitas vezes imagina ser um homem de pegada forte e dominador ”, diz a universitária Fernanda, 19. “O homem de farda aumenta a libido da mulher, desperta fantasias, uma questão de poder e proteção e acho que toda mulher gosta disso”, diz a gestora de marketing Cláudia, 35, que confessa que já namorou militares que realizava suas fantasias em locais incomuns.
Atualmente, ela diz que não namora nenhum deles. Talvez foram essas fantasias que levaram três mulheres a serem fotografadas utilizando braçais pertencentes às diversas Companhias Interativas Comunitárias (Cicom), que depois foram postadas nas redes sociais.
Cláudia diz que a atração dela por militares aconteceu quando ela ainda era muito jovem. Um dos seus namorados foi um soldado da aeronáutica. Ela recorda que exigia que quando ele fosse encontrá-la que estivesse sempre fardado, inclusive nos momentos de intimidade. Segundo ela, sem a farda perdia toda a graça. “Nós viajávamos na imaginação tendo relações na cabine de um avião com ele pilotando a aeronave entre outras coisas”, conta.
Pior fase
A gestora conta que o segundo namorado foi um marinheiro e foi a mesma loucura. Depois que ficou adulta a atração por homens de farda acabou. Para ela, esse tipo de atração acontece com maior frequência na adolescência.
“As imagens que foram publicadas de mulheres com acessórios da PM demonstra infantilidade. As mulheres maduras são mais cautelosas na sua intimidade. Eu jamais faria isso”, disse. Um tenente-coronel da Polícia Militar, que preferiu não revelar o nome, disse que os militares são muito assediados pelas mulheres que querem a qualquer custo realizar suas fantasias.
Sentir o poder
Há mulheres que pedem para vestir a farda, ser fotografadas no xadrez da viatura e simular uma relação sexual forçada sob a mira de uma arma.
Quando trata-se de uma policial militar, elas preferem a relação com o superior e geralmente criam situações em que aparecem dominando-o. “Elas os mandam tirar a farda para elas deitarem em cima ou para vestirem. Há algumas que chegam a algemá-los” disse.
Elas querem o poder e o prazer
A psicóloga Keyla Oliveira diz que as mulheres idealizam poder, proteção, prazer, dominação e submissão por traz da farda que são o que elas esperam receber dos homens. Há quem olhe e até deseja um militar em serviço porque a roupa que ele usa cria uma expectativa diferente sobre o desempenho sexual da pessoa que é o fetiche.
“O fetiche é um desvio de comportamento que pode interferir na questão da moralidade”, disse a psicóloga. O coordenador do curso de psicologia da Universidade Federal do Amazonas, Sérgio Sócrates Baçal diz que estamos vivendo em uma sociedade de espetáculos e que as pessoas fazem qualquer coisa para estar em evidência e aparecendo. Não importa como. “Esse comportamento é mais que perder a vergonha é estar em evidência pelo avesso. É uma forma tosca de aparecer”, diz.
Há mulheres que querem de qualquer jeito, além de aparecer, e demonstrar poder.
Assédio
Segundo os militares, elas assediam pedindo para pousar para fotos com armas e vestidas com as fardas. Segundo um tenente-coronel, que preferiu não se identificar, elas fazem isso durante as relações sexuais. Um soldado que também preservou a identidade confirma o que disse o oficial. Segundo ele, é comum mulheres jogarem bilhetes para dentro das viaturas com o número de seu telefone. Elas ainda fazem abordagens e até se declaram para os policiais. Segundo o soldado, há mulheres que além da atração pela farda elas ainda preferem aqueles que tem aliança no dedo. Ele ressaltou que são muito assediados.
Loucura- Cláudia apaixonada por farda 
“Eu era fascinada por militares na minha adolescência. Eu estudava em um colégio dentro de uma vila militar da Marinha do Brasil e convivia com os fuzileiros. Eles foram as minhas primeiras paixões. Cheguei a namorar dois deles. A minha paixão era pela farda, eu achava eles lindos, mas quando estavam à paisana eram feios. A diferença deles para os outros homens era que eles tinham mais pegada, músculos fortes e na hora do sexo eu me achava dominada por eles e isso me dava prazer. Depois eu namorei um policial militar que também era forte e a atração era a mesma que eu sentia pelos fuzileiros. Na realidade o uniforme me deixava excitada. Acho que era fetiche que é quando a gente só se realiza quando temos objeto do nosso desejo. No momento não estou namorando militares, mas esses policiais do Ronda no Bairro são gaiatos. Eles dão em cima da gente na cara de pau, passam e vão falando coisas, mas isso não me atraiu mais. Agora eu estou madura.


terça-feira, 8 de abril de 2014

JUSTIÇA:O Sport Recife é o único campeão do campeonato brasileiro de 1987

O Superior Tribunal de Justiça decidiu nesta terça-feira (8/4) que o time Sport, de Recife, foi o campeão do Campeonato Brasileiro de 1987. Em renovação de julgamento na Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça, o Sport obteve a maioria dos votos favoráveis à sua interpretação de uma sentença de 1994.

Com a decisão, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fica impedida de declarar também o Flamengo campeão daquele campeonato, como fizera em 2011. O resultado influencia também no chamado caso da Taça das Bolinhas, disputada pelo Flamengo e o São Paulo. 
Na sessão anterior, o ministro Sidnei Beneti divergiu da posição da relatora, ministra Nancy Andrighi, no que foi acompanhado pelo ministro João Otavio de Noronha. O julgamento foi concluído nesta terça-feira com os votos dos ministros Paulo de Tarso Sanseverino e Villas Bôas Cueva, também favoráveis ao Sport. 
A relatora acolhia a pretensão do Flamengo. Para ela, o pedido de cumprimento de sentença apresentado pelo Sport depois de a CBF reconhecer o time do Rio também como campeão daquele ano extrapolava o que foi decidido pela Justiça em 1994, que declarou o time campeão, sem definir que ele seria o único. Não haveria, assim, impedimento pela sentença ao reconhecimento de dois campeões naquele ano.
Para o ministro Beneti, porém, ao declarar o Sport campeão, a sentença, mesmo sem adotar explicitamente expressões como “campeão exclusivo”, afirmou ser o time pernambucano o único campeão de 1987. “Campeão é campeão”, asseverou.
Assim, a coisa julgada decorrente da sentença impediria que a CBF alterasse esse resultado, ainda que para reconhecer ambos os times como campeões. Esse entendimento também foi seguido pelo ministro João Otávio de Noronha.
Quórum
O regimento do STJ exige que as decisões em Recurso Especial ocorram por maioria absoluta dos membros das Turmas. Esses colegiados são formados por cinco ministros, exigindo-se, portanto, três votos concordantes para se firmar um julgamento.
Na sessão anterior, dois dos cinco ministros não participaram do início do julgamento. Se os outros três ministros tivessem concordado em um mesmo entendimento, o julgamento poderia ter sido concluído antes. Com a divergência, teve de ser renovado. 
Regulamento
A discussão na origem dizia respeito ao regulamento aplicável à competição. Um primeiro regulamento havia sido elaborado pelos clubes. Depois, outro foi feito pela CBF, mantido válido por força de liminar. Essa liminar foi depois cassada pelo Tribunal Federal de Recursos (TFR) — órgão extinto pela Constituição de 1988.
Com isso, outro regulamento precisou ser editado. Neste, diferentemente do anterior, retirou-se a previsão de uma etapa disputada entre campeões e vices de dois módulos, chamados amarelo e verde. 
Para a sentença de 1994, essa remoção, depois de conhecidos os times, não poderia prevalecer. Como o Flamengo se recusou a disputar essa fase final, o Sport foi declarado campeão brasileiro de 1987.
Campeonato dividido
Em 2011, a CBF reconheceu o Flamengo também como campeão de 1987, por meio de resolução. O Sport então buscou a Justiça, pedindo o cumprimento da sentença de 1994. Notificada, a CBF editou nova resolução, revogando a anterior e declarando o Sport único campeão daquele ano.
Informada da alteração, a Justiça local extinguiu o processo, declarando cumprida a obrigação imposta pela sentença de 1994. O Flamengo então recorreu, afirmando ter sido prejudicado pela decisão.
O Tribunal Regional Federal da 5ª Região negou o recurso do Flamengo, afirmando expressamente que a sentença havia declarado o Sport “o” campeão de 1987 e não “um” dos campeões. 
Inconformado, o time carioca buscou o STJ, onde se discutiu principalmente o que foi decidido em 1994, se há coisa julgada impedindo o reconhecimento do Flamengo como campeão de 1987 e o meio processual usado para obter a revogação da resolução da CBF. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.


ESTUDO EXPLICA PORQUE MULHERES PREFEREM OS CAFAJESTES



A resposta, segundo o estudo, está nos hormônios femininos e na bagunça que eles provocam na capacidade de julgamento das mulheres. Durante o período de ovulação, esses hormônios acabam influenciando a sua visão do que é um bom parceiro em potencial: elas passam a preferir os homens mais bonitos e sensuais e dar menos importância a fatores como a confiabilidade.
Para chegar a essa conclusão (que está publicada no Journal of Personality and Social Psychology), os pesquisadores mostraram a mulheres perfis de sites de namoro de homens do tipo mais sexy e cafajeste e do tipo mais confiável (o que provavelmente significava que eram bonzinhos, mas não providos de tanto sex appeal). Elas tiveram que avaliá-los durante períodos de fertilidade alta e baixa e dizer, em cada uma dessas ocasiões, como achavam que eles se sairiam como pais caso tivessem um filho juntos.
Resultado: quando as voluntárias estavam sob a influência dos hormônios da ovulação, elas achavam que o homem mais sexy contribuiria mais para tarefas domésticas como cuidar do bebê, comprar alimentos e cozinhar. Segundo Kristina Durante, uma das autoras, nesse período “as mulheres se iludem em pensar que os bad boys se tornarão parceiros dedicados e pais melhores. Ao olhar para eles através dos ‘óculos da ovulação’, o Sr. Errado vira o Sr. Certo”.
Em um segundo teste, as coisas ficam mais interessantes (para as voluntárias): elas tiveram que interagir pessoalmente com atores do sexo masculino que fizeram os papéis de cafajeste sexy e pai confiável. Isso também aconteceu duas vezes, uma durante seu período de ovulação e outro durante baixa fertilidade. E de novo as mulheres na primeira condição acharam que o bad boy (e não o PAI confiável) contribuiria mais para o acolhimento de uma criança.
Mas olha o truque desses hormônios para empurrar as mulheres para os braços do cafa: a ilusão do bom pai só vale para a hipótese de eles terem um filho com elas, não com outra mulher. Quando tinham de responder que tipo de pai um homem assim seria caso tivessem um filho com outra pessoa, elas eram rápidas em apontar os seus possíveis defeitos. No entanto, caso elas próprias fossem a mãe, a coisa mudava de figura e os bad boys viravam um ótimo pai para seus filhos.

segunda-feira, 31 de março de 2014

A BELEZA VERDADEIRA

Estamos vivendo um tempo em que a beleza física é a grande preocupação. Prolifera o número de academias de ginástica para a malhação, aumenta o número de clínicas de estética. 

As artistas são questionadas a respeito dos seus segredos para se manterem belas, jovens e de corpo perfeito. 

Observa-se que as adolescentes em especial buscam o mundo da moda, desejam se tornar modelos, não medindo esforços para isso. 

Em nome da beleza física, homens e mulheres se submetem aos tratamentos mais diversos, internam-se em clínicas especializadas, passam finais de semana em locais de repouso. 

E cada um tem a sua fórmula especial, o seu segredo de beleza: alimentação balanceada, beber muita água, comer frutas e vegetais, tomar sol em horas certas, cremes, massagens, terapias com ervas, banhos, etc. 

Uma das grandes atrizes do cinema americano, a belga Audrey Hepburn, que marcou sua presença nas telas vivendo a adolescente espirituosa e sofisticada, quando indagada a respeito, sintetizou em dez itens as suas dicas de beleza. 

Primeiro - se desejar lábios atraentes, fale palavras de ternura. 

Segundo se pretender ter olhos encantadores, procure ver sempre o lado positivo das pessoas. 

Terceiro para uma silhueta esguia, compartilhe a sua comida com aquele que tem fome. 

Quarto - para cabelos bonitos, deixe uma criança passar os dedos entre eles uma vez ao dia. 

Quinto - para a postura, caminhe com sabedoria, pois você nunca andará só. 

Sexto - nunca despreze ninguém. Muito mais do que as coisas, as pessoas devem ser restauradas, revividas, requisitadas, perdoadas. 

Sétimo - lembre que se um dia precisar de uma mão amiga, você a encontrará na extremidade de cada um dos seus braços. Na medida em que você for envelhecendo, descobrirá que tem duas mãos - uma para ajudar a você, a outra para ajudar os outros. 

Oitavo - a beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, na imagem que ela carrega ou no penteado de seus cabelos. 

A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, pois esta é a porta de entrada para o seu coração, o lugar onde o amor reside. 

Nono - a beleza de uma mulher não está num tipo de rosto, mas a verdadeira beleza numa mulher está refletida na sua alma, no carinho que ela cuidadosamente dá, na paixão que ela mostra. 

E, finalmente, o décimo e último item a beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos. 

*** 

A verdadeira beleza reside além da imagem física, que é sempre passageira. 

A verdadeira beleza é a do espírito que se irradia pelo semblante, iluminando os olhos, adoçando os gestos, modulando a voz. 

A verdadeira beleza resiste ao tempo, ao passar dos anos e se expressa na meiguice do olhar, na serenidade da face, no carinho dos gestos. 

A verdadeira beleza é imortal.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A maioria dos brasileiros não confiam na policia.

70% dos brasileiros não confiam na polícia, diz pesquisa
Índice cresceu e aproxima-se da credibilidade dos políticos


Sete em cada dez brasileiros não confiam no trabalho das polícias do país. O dado consta no Índice de Confiança na Justiça Brasileira (ICJBrasil), que foi realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e compõe a 7ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

E esta instituição destaca: a credibilidade das polícias está mais próxima da apresentada pelos partidos políticos (95,1% dos brasileiros afirmam que não confiam em legendas políticas) do que pela apresentada pelas Forças Armadas (34,6% não confiam). A constatação, segundo o documento, indica a necessidade de rever a atuação dos agentes de segurança pública.

O índice de desconfiança em relação às polícias – registrado no primeiro semestre deste ano – é 8,6 pontos porcentuais superior ao do primeiro semestre de 2012. Segundo a TV Globo, nos Estados Unidos o índice de desconfiança é de apenas 12%.

As polícias continuam em terceiro lugar entre as instituições em que o brasileiro menos confia, de acordo com o anuário. No primeiro semestre de 2013, a instituição da qual a população mais desconfiava eram os partidos políticos, seguida do Congresso Nacional (81,5% desconfiam).
Com índice melhor de confiança que as polícias na pesquisa estão a Igreja Católica (50,3% desconfiam) e as Forças Armadas (34,6% desconfiam).

Mortes

Outro dado do anuário: cinco pessoas morrem todo dia no país vítimas da ação policial. No ano passado, 1.890 pessoas perderam a vida em episódios envolvendo policiais em serviço. E considerando as taxas de mortes por homicídio da população e de policiais, o risco de um policial ser assassinado é três vezes maior que o de um cidadão comum.

“A polícia está matando muito e morrendo muito”, disse o coordenador do anuário, Renato Sérgio de Lima. Sobre os investimentos em segurança, ele afirma: “O Brasil gasta muito, mas investe mal”.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Segundo uma nova pesquisa, o Sport Recife continua com a maior torcida de Pernambuco


Dois anos após o seu último estudo na área, o instituto Plural Pesquisa voltou a realizar uma avaliação estatística sobre a preferência dos pernambucanos em relação aos times de futebol, esquentando mais uma vez o tema.

Como em 2011, a versão 2013 ouviu 1.200 pessoas em todo o estado, em uma amostragem até certo ponto modesta. Entre os entrevistados, uma seleção com variáveis de sexo, faixa etária, grau de instrução, renda familiar e mesorregião.
Nas duas pesquisas, Sport e Santa Cruz permaneceram nas duas primeiras colocações. Já o Náutico aparece em 4º lugar nos dois relatórios – ao contrário de pesquisas recentes de outros institutos. A diferença nas duas listas está no terceiro lugar, com o Flamengo em 2011 e Corinthians em 2013.
Como poderia ocorrer uma variação deste tamanho em tão pouco tempo, mesmo considerando a existência de uma margem de erro de 2,8%? A sequência de títulos do Timão, com Série A, Libertadores e Mundia, e e falta de taças do Fla pode ter influenciado numa torcida sem tanto comprometimento…
Paralelamente a isso, de acordo com o Plural Pesquisas, a massa acumulada de torcedores do trio da capital teria diminuído nas últimas duas temporadas. Cruzando os dados, o índice teria caído de 49% para 43%.
Esse percentual está bem abaixo da última pesquisa nacional, elaborada pela Pluri Consultoria, que apontou a soma de rubro-negros, alvirrubros e tricolores em 60,4%, deixando o estado em 5º entre as maiores torcidas locais.
Voltando à recém-divulgada pesquisa da Plural, vale uma ressalva (e reajuste) do blog. Ao contrário da maioria dos estudos, inclusive o levantamento anterior da própria empresa, a Plural optou desta vez por demonstrar os percentuais dos clubes dentro de um universo apenas com as pessoas que admitiram torcer por algum time de futebol (primeiro quadro).
Ao excluir desses dados as pesoas sem clube algum (mais de 28% desta vez), o percentual “absoluto” acabou contrastando bastante com a mesma pesquisa realizada há dois anos.
Então, a partir das 861 pessoas que responderam torcer por alguma equipe na pesquisa mais recente, o blog mensurou os índices incluindo a parcela do público à parte do futebol, calculando os percentuais com todas 1.200 pessoas.
Abaixo, os percentuais da Plural Pesquisa e as projeções de torcedores a partir da população estimada pelo IBGE em Pernambuco em 2011 e 2013.
2013
Período: 13 a 19 de agosto
Público-alvo: 1.200
Margem de erro: 2,8%
População estimada (IBGE/2013): 9.208.551
1º) Sport – 22,96% (2.114.283)
2º) Santa Cruz – 13,63 (1.255.125)
3º) Corinthians – 9,32% (858.236)
4º) Náutico – 6,45% (593.951)
4º) Flamengo – 6,45% (593.951)
6º) Seleção Brasileira – 4,30% (395.967)
6º) São Paulo – 4,30% (395.967)
8º) Palmeiras – 2,87% (264.285)
9º) Vasco – 0.71% (65.380)
9º) Salgueiro – 0.71% (65.380)
Outras respostas – 1,43% (131.682)
Sem clube – 28,25% (2.601.415)
2011
Período: 2 a 6 de abril
Público: 1.200
Margem de erro: 2,8%
População estimada (IBGE/2011): 8.864.803
1º) Sport – 26% (2.304.848)
2º) Santa Cruz – 16% (1.418.368)
3º) Flamengo – 8% (709.184)
4º) Náutico – 7% (620.536)
4º) Corinthians – 7% (620.536)
6º) Palmeiras – 4% (354.592)
6º) São Paulo – 4% (354.592)
8º) Vasco – 1% (88.648)
8º) Seleção Brasileira – 1% (88.648)
8º) Santos – 1% (88.648)
Outras respostas – 1% (88.648)
Sem clube – 26% (2.304.848)

Uma observação da Plural argumenta que a soma dos percentuais poderá não atingir ou ultrapassar 100%, em virtude do arredondamento ocorrido no processamento eletrônico do SPSS, a statical package for the social sciences.

domingo, 16 de junho de 2013

Eu sou favorável a liberação da posse de armas


Como evitar a morte sem usar uma arma
Quando o bandido chegar chame a polícia
O que você precisa para chamar a polícia?
1- Ter um telefone a mão no momento do assalto
2- Pedir para o bandido esperar você ligar para a polícia
3- O telefone da polícia deve estar desocupado e atender logo
4- O policial deve estar acordado e com vontade de trabalhar
5- A polícia deve ter viatura disponível e chegar em menos de 1 minuto
Se acaso:
1- Você não tiver um telefone à mão.
2- O bandido não lhe permitir chamar a polícia.
3- O telefone da polícia estiver ocupado.
4- O policial acordar de má vontade e disser que está sozinho.
5- Se a polícia disser que não tem viatura, ou demorar para chegar.
Chame um legislador do desarmamento, idiota, corrupto e chefe de quadrilha.
Chame um abobado, desses que apoiam o desarmamento.
Eles são inteligentíssimos e resolvem tudo.
Lembre-se:
Não reaja ao assalto.
Pode morrer tranqüilo que os filósofos do desarmamento devolverão a sua vida.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Amantes têm direito a partilha de bens e pensão, mas Justiça não reconhece união estável


Justiça não tem reconhecido união estável em relacionamentos fora do casamento, porém reconhece direitos econômicos da concubina
Ângelo Carbone*
Apesar do novo Código Civil de 2002 não reconhecer juridicamente os relacionamentos afetivos fora do casamento, a Justiça está reconhecendo o direito dos amantes à divisão de bens e pagamento de pensão, relacionados ao período da relação. Os relacionamentos concubinários vêm sendo encarados como relações onde pode haver algo mais além de uma aventura amorosa. Os tribunais, porém, não reconhecem aos amantes o direito de requerer à união estável.
Decisões recentes beneficiaram mulheres que viveram como concubinas. No último caso, a 7ª Câmara Cível do TJ gaúcho, em julgamento de recurso de concubina, fixou o pagamento de indenização de R$ 1 mil para cada ano de convívio que um homem casado manteve com ela. Eles se relacionaram durante 18 anos. Ao longo da relação extraconjugal, o parceiro jamais se separou da mulher com quem estava casado.
O advogado especializado em direito de família, Ângelo Carbone, do escritório Carbone e Faiçal Advogados, ressalta que embora seja jurisprudência nos tribunais, a Justiça deveria reconhecer união estável em alguns relacionamentos fora do casamento. “O fato de um homem manter-se casado não justifica a negativa de reconhecimento de união estável. A amante muitas vezes dedica-se ao relacionamento de forma mais intenso do que a mulher com qual o parceiro é legalmente casado”, afirma.
Ângelo Carbone defende que cada caso deve ser analisado de forma especial. “O reconhecimento da união estável deveria ser feito através do histórico do relacionamento e, não apenas por um mero documento de casamento”, opina.
Segundo a advogada da área cível do Trevisioli Advogados Associados, Daniella Augusto Montagnolli Thomaz, o novo Código Civil especifica o concubinato como sendo aquele no qual o companheiro ou companheira está impendido de casar legalmente. “A legislação define como união estável aquela constituída com o objetivo de formar uma família. O concubinato normalmente não passa de uma relação paralela, fora do casamento”, explica.
Porém, os riscos que envolvem o patrimônio dos amantes vieram à tona em recentes decisões, que passaram a determinar em suas sentenças a indenização de um amante ao outro, pelo prazo em que durou a relação de concubinato. “Os juízes levam em consideração princípios como a dignidade humana”.
Outro caso que ilustra esta situação aconteceu na 7ª Câmara Cível do TJ gaúcho que fixou indenização de R$ 10 mil, como forma de pensão, a uma ex-amante.O casal viveu junto de 1975 a 1987, enquanto o parceiro foi casado com outra pessoa. Depois, mantiveram união estável de 1987 a 1992. Com o fim da união, ela ajuizou ação pedindo indenização pelo período em que ele manteve outro casamento.
Triângulo amosoro - Justiça reconhece direitos econômicos de concubina
O Judiciário brasileiro não tem reconhecido união estável no caso de mulher que se relacionou por longo período com homem casado, porém reconhece direitos econômicos da concubina, por dever de solidariedade entre parceiros.
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul divulgou duas decisões neste sentido, recentemente. No último caso, a 7ª Câmara Cível do TJ gaúcho, em julgamento de recurso de concubina, fixou o pagamento de indenização de R$ 1 mil para cada ano de convívio que um homem casado manteve com ela. Eles se relacionaram durante 18 anos. Ao longo da relação extraconjugal, o parceiro jamais se separou da mulher com quem estava casado.
A amante entrou com ação contra o homem pedindo reconhecimento de união estável, indenização por serviços prestados, pensão alimentícia e a partilha do patrimônio desde o início da relação concubinária até a data do rompimento.
Segundo o relator do processo, desembargador José Carlos Teixeira Giorgis, não se trata de monetarização da relação afetiva, mas cumprir o dever de solidariedade, “evitando o locupletamento indevido de um sobre o outro, à custa da entrega de um dos parceiros”. Acrescentou que a indenização confere eficácia ao princípio da dignidade da pessoa humana.
De acordo com Giorgis, a mulher cometeu confusão ao denominar o vínculo que manteve com o homem, existindo apenas relação de concubinato e não união estável. Registrou que, diante da condição de casado do homem perante a lei, não se configura união estável entre as partes, mas o chamado “concubinato impuro” ou “adulterino”.
O desembargador, no entanto, entendeu incabíveis os pedidos de alimentos e de partilha de bens, por não ter havido comprovação de dependência econômica da autora, nem de que foram adquiridos bens patrimoniais com conjugação de esforços.
A desembargadora Maria Berenice Dias, que teve seu voto vencido, argumentou não haver como deixar de conceder à autora 25% do patrimônio durante o período de convivência. Declarou que, em 35 anos de magistratura, ainda não possui a capacidade de fazer desaparecer união que de fato existiu. “Negar efeitos jurídicos é deixar de fazer justiça”, asseverou.
Fontes: Ângelo Carbone, advogado especializado em direito de família do escritório Carbone e Faiçal Advogados
Daniella Augusto Montagnolli Thomaz, advogada da área cível do Trevisioli Advogados Associados

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Cientistas afirmam que as mulheres preferem os homens ricos


– Quem gosta de homem são gays, mulheres gostam mesmo é de dinheiro!
Esta frase é dita por uma amiga minha (eu traduzi em outros termos, porque ela é um pouco mais… cahan… eloquente).
O que pode parecer um absurdo, um acicate às mulheres (e muito pior para os homens), tem fundamento científico agora, pois um grupo de pesquisadores britânicos da Universidade de Newcastle determinou que homens considerados ricos por suas parceiras proporcionam mais prazer às mulheres durante relações sexuais. Você queria um bom motivo pra jogar na Mega-Sena? Taí.
A mulherada já acabou de reclamar, e me xingar? Posso continuar a notícia? Obrigado, Jesus também lhes ama (mas ele era pobre segundo dizem, lembrem-se).
De acordo com a BBC BRASIL, a pesquisa revelou que a percepção da mulher do nível de riqueza do parceiro influencia sua capacidade de chegar ao orgasmo, e o prazer seria maior em relações mantidas com homens de maior renda. Em suma, quanto mais rico for o sujeito, maior a tendência a ter um orgasmo múltiplo. Não sei se isso é verdade, mas que mulher adora um presente caro, jóias e perfumes (a expressão delas quando ganham um “presentinho” desses é bem semelhante a um orgasmo), isso é incontestável. As feministas devem falar que não, que elas estão mais preocupadas com o caráter do cara. É tudo uma questão de fé.
Agora, isso tem uma certa explicação: Isso é culpa de Darwin (como sempre).
Os autores da pesquisa acreditam que esse resultado seja condicionado por uma “adaptação evolucionária” que faria com que as mulheres instintivamente selecionassem seus parceiros de acordo com a sua percepção de qualidade. Isso significa dizer que elas escolhem aquele que, em síntese, teria condições de prover sustento melhor aos filhos (se bem que os diamantes sempre foram considerados os melhores amigos das mulheres, e pra amigo devemos o melhor tratamento).
Thomas Pollet e Daniel Nettles usaram informações de uma pesquisa chinesa (não riam, por favor) que contém a maior base de dados já coletada sobre estilo de vida, saúde e família e o motivo vocês devem imaginar qual é. Segundo tal pesquisa, as informações pessoais e detalhes sobre a vida sexual de mais de 5 mil pessoas em várias partes da China, baseadas em entrevistas e questionários ilustram a proposição, mas eu fico imaginando o quanto deve-se levar em conta, considerando um país com quase dois BILHÕES de pessoas.
Dentre as 1.534 mulheres com maridos ou namorados que responderam à pesquisa, 121 delas disseram sempre ter orgasmos durante suas relações sexuais, 408 disseram ter orgasmos com freqüência, 762 tinham orgasmos “às vezes” e 243 raramente tinham orgasmos. Esses resultados seguiriam um padrão semelhante ao verificado em países ocidentais, segundo os autores do estudo.
Entre os fatores identificados como influências na freqüência dos orgasmos relatada pelas mulheres, a riqueza do parceiro foi o mais determinante, segundo os pesquisadores.
“O resultado da pesquisa parece consistente com a idéia de que o orgasmo feminino evoluiu a partir de uma função evolutiva”, afirma o psicólogo Thomas Pollet, um dos autores do estudo, publicado na revista especializada Evolution and Human Behaviour.
“O orgasmo serve para selecionar entre os machos com base em sua qualidade. Assim, deve ser mais freqüente nas fêmeas unidas a machos de alta qualidade. Parceiros mais desejáveis levam as mulheres a ter mais orgasmos”, afirma Pollet. Segundo Pollet, a influência do nível de renda sobre a freqüência de orgasmos parece ser ainda maior que outros fatores, como simetria corporal ou atratividade, apontados em estudos anteriores, isto é, você pode ter cara torta,ser gordo,agressivo,feio,chato,falar besteiras,rude etc... Mas,se tiver um cartão de crédito ilimitado, o mundo está em suas mãos.
Por favor,peço que só não xinguem a minha mãe,pois,ela já é falecida. (risos)
Hora de me esconder da chuva de pedras.